[2º] Escala Kelvin* (por Gustavo Henrique)

Como a temperatura do corpo está relacionada a um grau de agitação, as escalas Celsius e Fahrenheit são relativas, uma vez que elas não atribuem o valor zero ao estado de agitação molecular mais baixo. A escala Kelvin, também designada por escala absoluta ou por escala de temperatura prática internacional, é uma escala concebida com o objetivo de se encontrar o mais possível de acordo com a temperatura.

O físico irlandês, Willian Thomson, que recebeu o título de nobreza lorde Kelvin, estabeleceu, em 1848, uma escala absoluta, a chamada Escala Kelvin.

A teoria foi assim, Kelvin atribuiu o valor zero para este estado térmico e o valor de 1 Kelvin a uma extensão igual à do grau Celsius, de modo que o ponto de fusão do gelo corresponde a 273 K e o ponto de ebulição da água corresponde a 373 K. Posteriormente, descobriu-se impossível atingir o estado de agitação molecular nulo; as moléculas têm uma energia mínima denominada energia do ponto zero e o zero absoluto é inatingível na prática. O zero absoluto é obtido por extrapolação e não deve ser interpretado como o estado em que as partículas estariam em completo repouso, pois elas possuem uma energia mínima finita e apresentam movimento.

Esta unidade possui o nome do físico britânico que a descobriu: Lord Kelvin (William Thomson Kelvin).

Esta escala é constituída por onze pontos fixos: ponto triplo do hidrogênio em equilíbrio (13,81 K); temperatura do hidrogênio em equilíbrio quando a sua pressão de vapor é 25/76 da pressão atmosférica normal (17,042 K); ponto de ebulição do hidrogênio em equilíbrio (20,28 K); ponto de ebulição do néon (27,102 K); ponto triplo do oxigênio (54,361 K); ponto de ebulição do oxigênio (90,188 K); ponto triplo da água (273,16 K); ponto de ebulição da água (373,15 K); ponto de fusão do zinco (692,73 K); ponto de fusão da prata (1235,08 K) e ponto de fusão do ouro (1337,58 K), que constituem uma escala e que foram determinados por instrumentos específicos por interpolação entre eles. Acima do ponto de fusão do ouro usa-se um pirômetro de radiação baseado na lei de Planck da radiação.


http://www.youtube.com/watch?v=4H_NElGRTUg

 

*Este texto receberá nota menor do que os outros devido ao excesso de cópias e à falta das referências.

Deixe um comentário

Arquivado em SESI.2A

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s